XXII ENCONTRO NACIONAL DE ECONOMIA POLÍTICA
quinta-feira, 20 de abril de 2017
Apresentação do XXII ENEP
Em breve divulgaremos a lista de trabalhos aprovados e as inscrições serão abertas.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
PARTICIPE DO XXII ENEP!
Esse ano, o Encontro da SEP (Sociedade Brasileira
de Economia Política) será na UNICAMP, dos dias 30/05 ao 02/06, e terá como
tema principal a “Restauração Neoliberal e as alternativas na Periferia em
Tempos de Crise do Capitalismo”. Além
dos minicursos e seções de apresentações de trabalho, o ENEP abrigará painéis especiais
sobre as políticas de austeridade, sobre os 150 anos do capital, sobre as
alternativas econômicas para o Brasil, sobre a conjuntura latino-americana e
sobre o papel dos movimentos sociais. Em breve divulgaremos a programação e os
convidados especiais já confirmados.
A organização vai providenciar duas diárias para os
apresentadores de artigos, a depender da disponibilidade de recursos. Já a novidade desse ano é a submissão de
pôsteres, voltado para os alunos de graduação. Esperamos receber muitos alunos
de graduação de várias partes do Brasil que terão acesso aos alojamentos
colaborativos e refeições no restaurante universitário.
As submissões vão até o dia 12/03/2017 no site http://www.sep.org.br/
quarta-feira, 14 de setembro de 2016
O Brasil na disjuntiva histórica: interpretações do golpe de 1964 e sua atualidade
Disjuntiva: que separa. || elemento que une, mas atribui uma alternativa ou distinção || que quebra a união, que desune, que faz separação.
No popular, encruzilhada. Na história, dilema.
Vivemos no Brasil uma disjuntiva histórica e é preciso se posicionar.
Partindo deste mote o Grupo de Trabalho em História do Pensamento Econômico da Sociedade Brasileira de Economia Política (GT-HPEB/SEP) e o Laboratório de Estudos Marxistas (LEMA/UFRJ) convidam todos e todas para debater as interpretações do golpe de 1964 e sua atualidade.
A IV Escola de Primavera Intérpretes do Brasil será realizada na UFABC nos dias 26 e 27 de setembro e se propõe a resgatar a interpretação de autores que vivenciaram a experiência do golpe de 1964. Florestan Fernandes, Ruy Mauro Marini, Guerreiro Ramos, Maria da Conceição Tavares, Ferreira Gullar. Intérpretes de diferentes áreas do conhecimento tentaram avaliar as possibilidades e os limites do Projeto Nacional-Democrático dos anos 1960 e o processo que conduziu ao golpe de estado, iniciando uma longa ditadura civil-militar no Brasil. Que lição podemos tirar desta história para o momento presente, quando o Projeto Democrático-Popular esbarra nos limites da conciliação de classes e sofre novo golpe? Eis aí a disjuntiva histórica.
_PROGRAMAÇÃO_
DIA 26/9 – SEGUNDA
Seção 1: 9h30 - 12h - Florestan Fernandes
Palestrantes: Fabio Campos (UNICAMP) e Maria Caramez Carlotto (UFABC)
Mediação: Jaime Léon (UFRJ)
Seção 2: 14h – 16h30 - Ruy Mauro Marini
Palestrantes: Marina Machado (UNILA) e Diógenes Breda (UNICAMP)
Mediação: Wilson Vieira (UFRJ)
Seção 3: 17h – 19h30- Guerreiro Ramos
Palestrantes: Muryatan Barbosa (UFABC) e Marco Antonio da Rocha (UNICAMP)
Mediação: Cristina Reis (UFABC)
DIA 27/9 – TERÇA
Seção 4: 9h30 - 12h - Maria da Conceição Tavares
Palestrantes: Maria Malta (UFRJ) e Fernanda Cardoso (UFABC)
Mediação: Valéria Ribeiro (UFABC)
Seção 5: 14h – 16h30 - Ferreira Gullar
Palestrantes: Bruno Borja (UFRRJ) e Lucia Helena Ramos
Mediação: Maria Malta (UFRJ)
Seção 6: 17h – 19h30
Sarau outras interpretações do Brasil - Bruno Borja e Lucia Helena Ramos + microfone aberto
sexta-feira, 3 de junho de 2016
As esquerdas na América Latina
Na parte da tarde desse terceiro dia do XXI ENEP, a partir
das 13h e 45min, acontecem as sessões ordinárias, com as mesas de 31 a 40 e a Sessão
de comunicações IV. Às 15h e 30min começa o Painel IV, com o tema: Descaminhos
dos governos de esquerda na AL: Brasil, Argentina, Uruguai e Equador,
coordenado por Marcelo Carcanholo (UFF-SEPLA), com a participação de Julio
Gambina (CLACSO, Universidade Nacional de Rosario, Argentina) e Antonio Elias
(SEPLA, Uruguai).
Julio Gambina é doutor
em Ciências Sociais pela Universidade de Buenos Aires (UBA) e professor na
Universidade Nacional de Rosario (UNR). Participou como consultor internacional
no Estado Plurinacional da Bolívia em 2012 e 2013 e é autor de vasta obra sobre
a temática latino-americana.
Antonio Elias é
economista e membro da Sociedade de Economia Política latino-Americana – SEPLA -
Uruguai.
LOCAL: Auditório Celso Furtado
SEP - fortalecendo o pensamento crítico
Com a eleição da nova diretoria da Sociedade Brasileira de Economia Política na noite do dia 02 de junho, o grupo que esteve à frente da entidade, com Niemeyer Almeida Filho na presidência, divulgou o relatório da gestão. Conheça!
RELATÓRIO GESTÃO 2014-2016
Na nossa carta programa, apontávamos que a crise sistêmica do capitalismo continuava se manifestando fortemente, embora estivesse em processo de mudança de forma. A princípio ela havia se manifestado fortemente no centro do sistema – no Japão, em seguida nos Estados Unidos e na Europa, alcançando a partir de 2013 as economias periféricas, trazendo instabilização macroeconômica e derrubando cabalmente o discurso ideológico do acerto das políticas econômicas neoliberais adotadas pela maioria dessas economias no período dos anos 1990 e 2000. Terminávamos dizendo que mantidas as políticas econômicas, não haveria futuro promissor no horizonte para as sociedades, sobretudo as da América Latina.
No ENEP de 2014 em que as eleições ocorreram e a carta programa foi divulgada, tivemos como tema central o Neodesenvolvimentismo. O evento foi organizado para evidenciar que as diferentes vertentes brasileiras mostravam limites evidentes. A posição majoritária era que as proposições de políticas econômicas não alcançavam as dimensões da crise, engendrando um debate social desconectado, incapaz de lidar com as diferentes questões das sociedades capitalistas dependentes subdesenvolvidas. As ações de Governo e, sobretudo, as de Estado exigiriam discutir transformações efetivas da institucionalidade e da política de desenvolvimento brasileiras, inviáveis em circunstâncias de correlação de forças sociais conservadoras. Muito ao contrário, o foco da discussão estava na manutenção da estabilidade, sob o regime de metas inflacionárias - quando muito alcançando o regime cambial; o crescimento, com concessões públicas ao capital; e a distribuição de renda, restrita ao aumento real do salário mínimo e às ações de transferência de renda, ambas submetidas ao teto do aumento da produtividade média do trabalho.
Essa nossa posição política lamentavelmente mostrou-se agudamente na realidade concreta daquele ano de 2014, e mais ainda nos anos de 2015 e 2016. O espaço político institucional – Congresso Nacional, órgãos e fóruns do Executivo – esfacelou-se pelas evidências tanto de corrupção quanto de ausência de perspectiva pública nos marcos limitados da chamada “visão republicana”. A representação política, historicamente vinculada aos interesses dominantes, fragmentou-se e os movimentos sociais atuaram sem coordenação, engendrando uma perigosa condição de instabilidade social.
Nessas circunstâncias, a SEP manteve-se firme no fortalecimento do pensamento crítico, da qual ela vem sendo avalista desde a sua fundação. Durante o período de plena dominação do projeto neoliberal, ou do pensamento único, poucas vozes se atreveram a contesta-lo, mostrando as contradições de suas políticas. A Sociedade Brasileira de Economia Política - SEP foi uma delas, e o seu papel crítico consolidou-se por meio de seus encontros nacionais, pela participação e contribuição em eventos de outras instituições, tanto nacionais quanto internacionais, e por meio da publicação da revista e de inserções no seu site. Tudo isto foi mantido e ampliado nos últimos dois anos.
A SEP é, hoje, amplamente reconhecida como a sociedade que agrega e dá espaço ao pensamento crítico. Por isto mesmo, sem ferir o compromisso com o pluralismo e, sobretudo, com a qualidade acadêmica, priorizamos, em todas as instâncias, a escolha e a divulgação de trabalhos de natureza heterodoxa. Procedendo assim, compensamos, pelo menos quanto à nossa expressão e espaço social, o virtual monopólio concedidos aos trabalhos inspirados pelo Neoliberalismo, no vasto espaço dominando pelo mainstream da Economia.
Assim, entendemos que os compromissos assumidos pela Chapa que assumiu a diretoria nestes últimos dois anos consolidaram a tradição dos seus dezoito anos de atividade. Destacamos as seguintes ações:
1. Apoio à consolidação da SEPLA, dirigida pelo companheiro Marcelo Dias Carcanholo, eleito para cumprir mandato de dois anos como presidente. A SEPLA hoje está reorganizada e com ampliação da militância em diversos países da América Latina;
2. Cooperação com a WAPE – World Association for Political Economy, mantendo-se o professor Niemeyer Almeida Filho como ativo vice-presidente para a América do Sul;
3. Cooperação com a IIPPE – International Iniciative for Promoting the Polítical Economy, com participação regular de companheiros da SEP nos eventos anuais da organização. Além disso, o professor Alfredo Saad Filho, um dos diretores da IIPPE é membro da Direção Ampliada da SEP e coordenador do GT do Pensamento Marxista;
4. Fortalecimento do papel dos GTs da SEP, que hoje são em número de sete: GT – Teoria Marxista da Dependência, GT – HPE Brasileira, GT – Estado e Políticas Públicas, GT – Economia Política da Macroeconomia, GT – Economia e Território, GT – Pensamento Marxista e GT – Economia Política da Amazônia;
5. Manutenção da Direção Ampliada, contando assim com uma ampla representação política dos associados;
6. Informatização do processo de submissão, seleção e divulgação dos trabalhos dos ENEPs;
7. Redesenho e informatização da Revista da SEP. O professor João Leonardo Medeiros, o editor da revista, promoveu uma reorganização do processo de submissão dos artigos, mantendo a revista regularmente em dia. A linha editorial foi mantida, cumprindo a revista o objetivo maior de dar divulgação ao pensamento crítico.
Destacamos ainda as atividades de apoio e estímulo à organização de Encontros Regionais sobretudo dos GTs. Mantivemos nossas atividades e participações na ANPEC, assim como fortalecemos os laços com a ANGE e a SEPLA.
Como estímulo à produção em Economia Política, abrimos espaço aos estudantes de graduação que ficam isentos de pagamento de inscrições nos ENEPs. Sempre que possível, como é o caso do XXI ENEP, apoiamos a vinda de grupos com financiamento de hospedagem e ampliação dos minicursos. Além disso, alteramos a data de realização dos ENEPs para períodos letivos regulares, estimulando assim a ampla participação de estudantes.
Em síntese, avaliamos que cumprimos as nossas intenções expressas na carta programa apresentadas na XIX assembleia geral de 2014. Reiteramos que a SEP está fortalecida e em condições de atuar na crítica social e na mobilização que entendemos ser indispensável para enfrentar a conjuntura adversa de ascensão do conservadorismo no Brasil.
Diretoria 2014 - 2016
Presidente: Niemeyer Almeida Filho (IE-UFU)
Vice-Presidente: João Ildebrando Bocchi (PUC-SP)
Diretores:
Lauro Mattei (UFSC)
Maria de Mello Malta (UFRJ)
Pedro Rossi (UNICAMP)
Octavio Conceição (UFRGS)
Ellen Gracy Tristão (UFVMJ)
Paulo Henrique Furtado de Araújo (UFF)
Frederico Katz (UFPE)
Fábio Freitas (ANPEC)
Rubens Rogério Sawaya (ANGE)
Mobilidade Urbana no Brasil
Durante a manhã desse terceiro dia do XXI ENEP, a partir das
8h, acontecem as sessões ordinárias, com as mesas de 21 a 30, bem como a Sessão
de Comunicações III. Às 10h e 30min tem início o painel III, que tratará sobre
a Mobilidade Urbana no Brasil. Participam dessa mesa Christy Ganzert Pato
(Escola do Parlamento SP), Silvana Zioni (UFABC), e Allan Mesentier (BNDES).
Christy Ganzert Pato
é diretor-presidente da Escola do Parlamento, criada em 2011 para oferecer aos
parlamentares paulistas e aos munícipes subsídios para a identificação da
missão do poder legislativo, ajudando a desenvolver programas de ensino, cursos
e palestras para a qualificação de lideranças comunitárias e políticas e
estimular a pesquisa técnico-acadêmica voltada à Câmara em cooperação com
outras instituições de ensino.
Silvana Zioni é
arquiteta, urbanista e professora na UFABC, com ampla participação no debate
sobre mobilidade urbana e gestão logística sustentável.
Allan Mesentier é
economista no BNDES.
LOCAL: Auditório Celso Furtado
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Paula Nabuco, presente!
A partir das 17h30 acontece a homenagem à jovem economista Paula Nabuco, professora e membro do Comitê Central da Refundação Comunista, que morreu prematuramente em 2015, aos 36 anos, vítima de Câncer. Doutora pela Universidade do Povo, na China, Paula desenvolvia um importante trabalho sobre a economia daquele país.
Conferência com Al Campbell
A partir das 13h45min acontecem as Sessões ordinárias, com
as mesas de 11 a 20, bem como a segunda etapa da Sessão de comunicações. No
horário das 15h30 tem início a conferência
de Al Campbell, do Department of Economics, University of Utah, USA – IIPPE. A
coordenação da mesa será de Fred Katz (SEP).
Al Campbell é
economista e professor na University of Utah, nos Estados Unidos e membro da
Comissão de Coordenação da União para uma Radical Economia Política (URPE).
Local: Auditório Celso Furtado
Eleição para nova diretoria da SEP
No XXI ENEP a Sociedade Brasileira de Economia Política, SEP, realiza também a eleição para a nova diretoria da entidade, na assembleia que acontece hoje à noite. Uma única chapa concorre. Veja aqui a carta programa e a composição da chapa que tem como presidente Marcelo Dias Carcanholo, da UFF e como vice Vanessa Petrelli Correa IE-UFU.
CARTA PROGRAMA GESTÃO
2016-2018
A resposta que o próprio capitalismo
vem dando para sua crise em escala mundial evidenciou o resgate do
neoliberalismo mais explícito, sem nenhum tipo de perfumaria ou paliativo.
Tanto a tentativa de estabilização macroeconômica a qualquer custo como o
aprofundamento de novas reformas estruturais, no sentido de intensificar a
desregulamentação e liberalização dos mercados, fazem parte dos programas de
ajuste em escala mundial.
Na sociedade brasileira este fenômeno
mundial se manifesta pelo resgate do ajuste fiscal como o mantra necessário
para, presumivelmente, reconquistar a confiança dos investidores e
consumidores, e pela retórica das “reformas estruturais” que impõem mais
liberalização, privatização e destituição de direitos sociais como única
alternativa – uma vez mais – para retomar os investimentos, o crescimento e o
desenvolvimento da economia brasileira. A concepção econômica ortodoxa, que
prega o ajuste recessivo como única forma (correta) de responder aos impactos da
crise da economia mundial, se explicita claramente na política econômica do
governo que vem abdicando do uso de instrumentos e concepções tidos como
(neo)desenvolvimentistas, em prol do liberalismo econômico. Os impactos
sociais, políticos e econômicos dessa estratégia já são evidentes, e apontam
para o esgarçamento social e político de nosso país.
Especificamente no aspecto político é
preocupante o rápido avanço de visões radicalmente de direita, que combinam o
resgate de posições políticas extremamente conservadoras com uma completa
intolerância ante qualquer posicionamento divergente, mesmo que esse se limite
apenas à defesa da mais ampla e irrestrita garantia dos direitos democráticos. Devemos estar alertas a
movimentos deste tipo, pois, se necessário, e nos limites da natureza de nossa
Instituição, temos que nos opor aos excessos. Este acirramento das posições políticas mais reacionárias
se combina com o avanço do rechaço ao pensamento econômico não convencional nas
Universidades brasileiras. Não é irrelevante a tentativa, tanto no meio docente
quanto discente, de minimizar o ensino e aprendizado de autores como Marx,
Keynes, Kalecki, Schumpeter, dentre outros que se caracterizam por terem
produzido análises críticas em relação ao pensamento dominante.
A SEP, desde a sua fundação, se
caracterizou pela defesa do pensamento crítico em Economia. Esse reconhecimento
extrapolou nossas fronteiras, de forma que nossa Sociedade Brasileira de
Economia Política, em função do trabalho de todas suas diretorias e de seus
muitos membros, é mundialmente conhecida como uma das maiores e mais
importantes instituições do pensamento crítico mundial.
O que propomos aqui é, portanto,
acentuar o caráter da SEP como espaço de promoção, divulgação e intensificação
do pensamento crítico em economia. Isto pressupõe, por um lado, o pluralismo
teórico-metodológico. Não se trata de substituir uma ortodoxia, de uma teoria
econômica por outra, qualquer que seja ela. Justamente o contrário. Não é
possível desenvolver o pensamento crítico sem o debate franco e sério entre as
distintas teorias sociais e econômicas que procuram interpretar a realidade em que
vivemos. Por outro lado, é também pressuposto o caráter necessariamente
interdisciplinar na constituição do pensamento crítico. As teorias econômicas
não se constituem de forma autônoma. Existem diversas teorias econômicas porque
existem diversas teorias sociais e, em última instância, diversos
posicionamentos filosófico-políticos sobre o mesmo objeto de entendimento.
Portanto, uma adequada compreensão da economia deve incluir também a maior
abertura para a contribuição do pensamento crítico em outras áreas do
pensamento social, como sociologia, serviço social, história, ciência política,
relações internacionais, geografia, filosofia, antropologia, dentre outras.
Pluralismo teórico e interdisciplinaridade são inseparáveis no objetivo de
promover e divulgar o pensamento crítico.
Esse objetivo se articula com a
proposta de ampliar a cooperação nacional e internacional com outras instituições,
que nos permita amplificar a promoção e divulgação dos trabalhos críticos em
economia. Trata-se portanto não apenas de aprofundar as relações já existentes,
mas também de buscar e criar outras organizações que ainda não tenham trabalhos de cooperação com
a SEP e que defendam sua mesma perspectiva crítica e pluralista.
No mesmo sentido de apostar no
aprofundamento de atividades que já se mostraram exitosas, pretende-se
consolidar os Grupos de Trabalho já existentes na SEP e, ao mesmo tempo,
promover outros que se apresentem. O objetivo com estas atividades, desde o
início, tem sido promover a cooperação entre docentes e discentes que trabalhem
em uma mesma (ou similar) temática, de forma a realizar encontros específicos,
de caráter regional ou inseridos dentro do ENEP, com apresentações de
trabalhos, promoções de mini-cursos, lançamento de publicações específicas,
dentre outras atividades.
As atividades dos Grupos de Trabalho têm
se mostrado tão exitosas que a proposta é que eles incorporem, na medida do
possível, e dada a temática específica de cada um, a cooperação efetiva de
trabalhos conjuntos e discussões de pesquisadores, com a perspectiva crítica de
economia política, na América Latina e outras regiões do mundo. Com isso,
estariam sendo conjugados vários objetivos aqui propostos.
Ademais da consolidação e ampliação das
atividades já realizadas pela SEP, pretende-se desenvolver novas formas que, de
fato, possam ampliar o espaço de inserção dos discentes, tanto de graduação
como de pós-graduação. Isso se aplica tanto nas atividades já realizadas quanto
em outras que possamos criar, como cursos de extensão com a chancela da SEP,
publicações promovidas com a mesma chancela, encontros regionais, etc.
Avalia-se que a renovação dos nossos membros, incorporando os futuros novos
professores e pesquisadores é um fator estratégico para nossa atuação no médio
e longo prazos.
Como forma de coordenar todas essas
propostas, pretende-se consolidar a experiência da Direção Ampliada, que tem se
mostrado bastante operativa nas últimas gestões. Dessa forma, além da Diretoria
formalmente eleita, podem participar e contribuir em processos consultivos
outros militantes de nossa Sociedade Brasileira de Economia Política.
Composição
da Chapa:
Presidente: Marcelo Dias Carcanholo
(UFF)
Vice-Presidente: Vanessa
Petrelli Correa (IE-UFU)
Diretores:
Ramón Garcia
Fernandez (UFABC)
Márcio Lupatini
(UFVJM)
Pedro Rossi (Unicamp)
Frederico Katz (UFPE)
João Leonardo Gomes
Medeiros (UFF)
Tiago Camarinha Lopes
(UFG)
Maurício Sabadini
(UFES)
Sessões ordinárias, comunicações e Painel II
No terceiro dia do XXI ENEP, a manhã começa, às 8h, com as
Sessões Ordinárias, que contam com mesas de 1 a 10, para apresentação de
artigos e debates, bem como a primeira Sessão de Comunicações, na qual os
participantes comunicam estudos ou resultados de estudos sobre o tema da
economia política.
Para saber os locais de cada mesa consulte o caderno de
teses.
Às 10h acontece o Segundo Painel de conferências e debates
com o tema II – Ajuste fiscal e direitos
sociais. A coordenação será de Patrick Rodrigues Andrade (PUCSP) e as
conferências com Rosa Maria Marques (PUCSP), Salomão Barros Ximenes (UFABC) e
Aquilas Mendes (FSP).
Rosa Maria Marques
(PUCSP) é economista, professora titular do Departamento de Economia da
PUC-SP, consultora da Fundação Seade e especialista em políticas sociais. Foi
presidente da Sociedade Brasileira de Economia Política durante o período
1998-2002.
Salomão Barros
Ximenes (UFABC) é Professor Adjunto
do Bacharelado em Políticas Públicas da Universidade Federal do ABC (UFABC).
Doutor em Direito do Estado pela Universidade de São Paulo - USP (2014), com
graduação em Direito (2001) e mestrado em Educação Brasileira pela Universidade
Federal do Ceará - UFC (2006). Foi pesquisador junto ao Centro de Pesquisa
Jurídica Aplicada da Escola de Direito de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV
Direito SP) e coordenador do programa Ação na Justiça, da Ação Educativa
Assessoria, Pesquisa e Informação (entre 2006 e 2014).
Áquilas Mendes (FSP)
é doutor em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Campinas -
UNICAMP - (2005), livre-docência pela USP (2012) e pós-graduado em Política e
Relações Internacionais pela Lancaster University da Inglaterra (1984).
Atualmente é professor livre-docente de economia da saúde da Faculdade de Saúde
Pública da USP, professor doutor do Departamento de Economia e do Programa de
Pós-Graduação em Economia Política da Pontifícia Universidade Católica
(PUC-SP), ex-presidente da Associação Brasileira de Economia da Saúde (Abres)
(2007-2010) e vice-presidente (2003-2007). Autor de "Tempos Turbulentos na
Saúde Pública Brasileira: os impasses do financiamento no capitalismo
fianceirizado", Hucitec, 2012 e vários outros livros e artigos.
LOCAL: Auditório Celso Furtado
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Painel I - A Economia Política da Recessão
O período da noite do segundo dia do XXI ENEP, 19h, marca o
primeiro painel do encontro, que discutirá o tema do ENEP desse ano: A Economia
Política da Recessão. Participam da mesa o coordenador Niemeyer Almeida Filho
(IE-UFU), Clemente Ganz Lúcio (DIEESE) e Paul Singer (USP).
Niemeyer Almeida
Filho (IE-UFU) é Graduado em Ciências Econômicas pela Universidade de
Brasília (1979), Mestre em Economia pela Universidade de Brasília (1985),
Doutor em Teoria Econômica pela Universidade Estadual de Campinas (1994).
Pós-doutorado pela FEA-USP, Departamento de Economia (2009). Foi pesquisador
visitante da FAO em Santiago em 2008. Atualmente é professor Titular do
Instituto de Economia da Universidade Federal de Uberlândia e professor
permanente do Programa de Pós-graduação em Economia e do Programa de Relações
Internacionais do mesmo instituto. Presidente da SEP - Sociedade Brasileira de
Economia Política; vice-presidente para o Brasil da WAPE - World Association
for Political Economy.
Clemente Ganz Lúcio
(DIEESE) é professor universitário e sociólogo. Atua como diretor técnico
do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos
(DIEESE). É membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e serve no
Comitê Gestor.
Paul Singer (USP)
é um dos mais importantes economistas do país. Nascido em Viena, Áustria, veio
para o Brasil com a família em 1940. Nos anos 50 já estava na luta junto ao Sindicato
dos Metalúrgicos de São Paulo, e como trabalhador metalúrgico, liderou a
histórica greve dos 300 mil, que paralisou a indústria paulistana por mais de
um mês, em 1953. É economista formado pela USP e participou da fundação da
Polop, organização política constituída por membros da ala esquerda do PSB. Tem
uma larga trajetória na esquerda brasileira, além de importante obra teórica.
LOCAL: Auditório Celso Furtado
Grupos de Trabalho na parte da tarde
O segundo dia da XXI ENEP traz, na parte da tarde, a partir
das 14h, os grupos de trabalho, nos quais acontecem as apresentações de artigos
relacionados aos temas dos grupos, bem como os debates.
Reuniões dos Grupos de Trabalho:
GT – Teoria Marxista da Dependência
LOCAL: sala Vânia Bambirra
GT – HPE Brasileira
LOCAL: sala Caio Prado Jr.
GT – Estado e Políticas Públicas
LOCAL: sala Antônio Barros de Castro
GT – Economia Política da Macroeconomia
LOCAL: sala Ignácio Rangel
GT – Economia e Território
LOCAL: sala Jacob Gorender
GT – Pensamento Marxista
LOCAL: sala Reinaldo Carcanholo
GT – Economia Política da Amazônia
LOCAL: sala Fábio Erber
terça-feira, 31 de maio de 2016
Manhã de quarta-feira (01) discute BRICS e Conjuntura
Patrick Bon (WAPE)
O segundo dia de atividades no XXI ENEP - dia 01 de junho - começa às 8h com a
Sessão Especial Reinaldo Carcanholo de Economia Política, que terá a presença
de Patrick Bond (WAPE/África do Sul), na conferência "World financial,
trade and investment trends seen from the BRICS", com tradução simultânea.
Ele é nascido na Irlanda do Norte, mas com sete anos mudou-se com a família para
os Estados Unidos onde se formou em Economia na Universidade da Pensilvânia.
No início dos anos 1990 mudou-se para a África do Sul onde
trabalhou com ONGs na cidade de Joanesburgo,
atuou no governo de Nelson Mandela e lecionou na Universidade de Witwatersrand.
O trabalho de Bond versa principalmente sobre a economia política da África,
finanças internacionais, o desenvolvimento eco-social e ecologia política e
questões de desenvolvimento na África do Sul contemporânea. Ele trabalha em
comunidades urbanas e com movimentos de justiça global em vários países. Lançou
fortes críticas contra os regimes de governança neoliberais na África do Sul e
além, e as falhas dos Estados capitalistas para enfrentar a justiça social e a
degradação ambiental. É um dos cientistas sociais mais citadas na África do
Sul.
Logo após essa conferência acontece uma discussão sobre a
conjuntura brasileira, com a presença de Patrick, a diretora da SEP Maria Malta
e Ester Dwek, ex-assessora do Gabinete da Presidência da República.
A coordenação da mesa será de João Ildebrando Bocchi
(PUC-SP)
Minicursos abrem o XXI ENEP
Durante todo esse primeiro dia de evento acontecem atividades de formação. As salas estão cheias e os minicursos já estão sendo dados desde a manhã.
A parte da noite está reservada para reunião da diretoria da SEP.
A parte da noite está reservada para reunião da diretoria da SEP.
Fotos postadas por Jé Nascimento
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Começa o XXI ENEP
A edição histórica do Encontro Nacional de Economia
Política, que celebra os 20 anos da Sociedade Brasileira de Economia Política
(SEP), abre nessa terça feira, dia 31, com atividades de formação. Durante todo
o dia se desenvolvem os minicursos, ministrados por renomados professores e
pesquisadores. A inscrição pode ser feita na hora, junto aos organizadores.
Na parte da manhã, a partir das 8h, acontecem os seguintes
minicursos:
1 - Pensamento
econômico brasileiro no período autoritário: semelhanças não são meras
coincidências, com Maria Malta (UFRJ), Bruno Borja (UFRJ) e Wilson Vieira
(UFRJ).
2 - Método e temas na
Economia Politica Marxista, com Alfredo Saad (SOAS.
3 - Território e Globalização, com Fátima Previdelli (UFMA) e Luiz Eduardo
Simões de Souza (UFMA).
Na parte da tarde, desde as 14h:
1 Pensamento de Vânia
Bambirra, com Fernando Corrêa Prado (UNILA), Roberta Traspadini (UNILA), Carla
Ferreira e Mathias Luce (UFRGS).
2 - A política macroeconômica do Governo Dilma, com Victor Leonardo Araújo (UFF) e Denise Gentil
Lobato (UFRJ).
3 - Austeridade fiscal e direitos sociais no Brasil, com
Rodrigo Octávio Orair (IPEA), Vanessa Petrelli Corrêa (UFU) e Pedro Rossi (UNICAMP).
A parte da noite está reservada para reunião da diretoria da
SEP.
Veja locais e horário no caderno de Resumos
Vânia Bambirra
Minicurso sobre a vida e obra de Vânia Bambirra, uma das formuladoras da Teoria Marxista da Dependência.
Inscrições no local.
Um guia para se mover no XXI Enep
Este guia foi organizado para auxiliar a estadia dos
participantes do XXI ENEP, com informações úteis e opções de lazer. Esperamos que tenham uma
ótima experiência neste ENEP na UFABC, para a nossa Universidade é um prazer
recebê-los.
sexta-feira, 27 de maio de 2016
XXI edição do ENEP discute a economia da recessão
Já está chegando a XXI edição do Encontro Nacional de
Economia Política, que esse ano acontece em São Bernardo do Campo, a partir do
dia 31 de maio, com atividades até o dia 02 de junho. Mais de 400 pessoas estão
inscritas nessa que será uma edição histórica, pois marca os vinte anos da
Sociedade Brasileira de Economia Política, nascida em junho de 1996, na
Universidade Federal Fluminense, em Niterói (RJ).
A SEP uma sociedade
civil sem fins lucrativos, que tem por objetivo primordial garantir um espaço
ampliado de discussão a todas as correntes teóricas e áreas de trabalho que
entendam a economia como uma ciência inescapavelmente social e que, por isso,
tenham na crítica ao mainstream seu
elemento comum.
Para essa edição de número 21, estão programados minicursos,
sessões especiais de debates, painéis de conferências e grupos de trabalho,
tendo como tema comum a política econômica de recessão vivida pelo país.
Na terça-feira, dia 31, acontecem os minicursos: Pensamento
econômico brasileiro no período autoritário: semelhanças não são meras
coincidências, com Maria Malta (UFRJ), Bruno Borja (UFRJ) e Wilson Vieira
(UFRJ); Método e temas na Economia Politica
Marxista, com Alfredo Saad (SOAS); Território e Globalização, com Fátima Previdelli (UFMA) e Luiz Eduardo
Simões de Souza (UFMA); Pensamento de Vânia Bambirra, com Fernando Corrêa Prado
(UNILA), Roberta Traspadini (UNILA), Carla Ferreira e Mathias Luce (UFRGS); A
política macroeconômica do Governo Dilma, com
Victor Leonardo Araújo (UFF) e Denise Gentil Lobato (UFRJ) e Austeridade
fiscal e direitos sociais no Brasil, com Rodrigo Octávio Orair (IPEA), Vanessa
Petrelli Corrêa (UFU) e Pedro Rossi (UNICAMP).
Na quarta-feira, dia 01 de junho, acontece a Sessão Especial
Reinaldo Carcanholo de Economia Política, com a conferência de Patrick Bond
(WAPE/África do Sul). Na parte da tarde é a vez dos grupos de trabalho e à
noite acontece a Abertura Oficial seguida do primeiro painel que versará sobre o
tema do evento: Economia Política da Recessão, com a participação de Niemeyer
Almeida Filho (IE-UFU, coordenador), Clemente Ganz Lúcio (DIEESE), e Paul
Singer (USP).
Na quinta-feira, dia 02 de junho, a primeira parte da manhã
está reservada para a sessão de Comunicações, além do II painel que traz o tema
“Ajuste fiscal e direitos sociais”, com
Patrick Rodrigues Andrade (PUCSP), Rosa Maria Marques (PUCSP), Salomão
Barros Ximenes (UFABC) e Aquilas Mendes (FSP). Na parte da tarde, mais
comunicações e a conferência de Al Campbell, do
Department of Economics, University of Utah, USA – IIPPE. As 17h
acontece a homenagem a Paula Nabuco e logo em seguida a Assembleia da SEP.
No dia 03, sexta-feira, a terceira sessão de comunicações
seguida do painel III – Mobilidade Urbana no Brasil, com Christy Ganzert Pato (Escola do Parlamento
SP) e um Representantes do BNDES. Na parte da tarde nova sessão de comunicações
e o painel IV – Descaminhos dos governos de esquerda na AL: Brasil, Argentina,
Uruguai e Equador, com Marcelo
Carcanholo (UFF-SEPLA), Julio Gambina (CLACSO, Universidade Nacional de
Rosario, Argentina), e Antonio Elias (SEPLA, Uruguai).
No final do dia acontece a Cerimônia de encerramento.
Todas as atividades serão desenvolvidas na Universidade
Federal do ABC, sobre a qual fala o presidente da SEP, Niemeyer Almeida Filho:
“A UFABC “nasceu do zero”, como está expresso no seu site oficial. É fruto da
enorme demanda da metrópole por profissionais interdisciplinares com capacidade
de contribuição para o desenvolvimento do país. Destaca-se nela o componente da
postura ativa na busca por soluções desconhecidas, ao invés do padrão passivo
de receber o conhecimento acumulado dividido em uma série de especializações
que dificultam a visão da totalidade dos problemas. Esta tônica serve de
inspiração para pensar as políticas econômicas do futuro que atendam as
demandas presentes. Parece-nos, portanto, muito promissor realizar XXI Encontro
Nacional de Economia Política numa instituição como esta, pois a ideia de uma
formação mais abrangente no campo da graduação em ciências econômicas
aproxima-se da concepção que a Sociedade Brasileira de Economia Política vem
sustentando desde a sua criação em 1996.
Por outro lado, este é um ano muito particular na história
recente brasileira pela intensidade da crise política que se expressa num
processo de impeachment da Presidenta eleita Dilma Rousseff. Há diversos
trabalhos selecionados que abordam criticamente esta conjuntura, em geral
mostrando sua natureza estrutural. Parece-nos que o espaço aberto à crítica
conferido pelo Encontro Nacional mostrará, uma vez mais, que não é possível
isolar o tema economia das questões sociais”.
A programação completa pode ser consultada no endereço abaixo.
Contato: xxienep@gmail.com
quinta-feira, 26 de maio de 2016
Minicursos do XXI ENEP
Dia 31 de maio
8h–12h
Minicurso 1: GT HPE brasileira - Pensamento econômico
brasileiro no
período autoritário: semelhanças não são meras coincidências
Maria
Malta (UFRJ), Bruno Borja (UFRJ) e Wilson Vieira (UFRJ)
LOCAL
: Sala Caio Prado Jr.
Minicurso 2: GT Pensamento Marxista - Método e temas na
Economia
Politica Marxista
Alfredo
Saad (SOAS )
LOCAL
: Sala Reinaldo Carcanholo
14h30–18h30
Minicurso 3: GT Economia e Território – Território e
Globalização
Fátima
Previdelli (UFMA) e L uiz Eduardo Simões de Souza (UFMA)
LOCAL
: Sala Jacob Gorender
Minicurso 4: GT Teoria Marxista da Dependência – Pensamento
de Vânia
Bambirra
Fernando
Corrêa Prado (UNILA ), Roberta Traspadini (UNILA ), Carla Ferreira e
Mathias
Luce (UFRGS)
LOCAL
: Sala Vânia Banbirra
Minicurso 5: GT Estado e Políticas Públicas - A política
macroeconômica do
Governo Dilma
Victor
Leonardo Araújo (UFF) e Denise Gentil Lobato (UFRJ)
LOCAL
: Sala Antônio Barros de Castro
Minicurso 6: GT Economia Política da Macroeconomia -
Austeridade fiscal e
direitos sociais no Brasil
Rodrigo
Octávio Orair (IPEA), Vanessa Petrelli Corrêa (UFU) e Pedro Rossi (UNICAMP)
LOCAL
: Sala Ignácio Rangel
As
inscrições para os minicursos podem ser feitas na hora.
Tudo pronto para o XXI ENEP
Cristina Reis, da organização do XXI ENEP, fala sobre os preparativos do evento, que começa no dia 31 de maio, na UFABC.
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Alojamento em São Bernardo para estudantes
Todos os estudantes que virão de outras cidades para participar do XXI ENEP e não têm direito à hospedagem, poderão encontrar algumas boas opções nos espaços que estão sendo buscados pelo Centro Acadêmico de Ciências Econômicas (CACE) da UFABC.
A garotada está agitando lugares junto às repúblicas de estudantes, que poderão ser utilizados durante os dias do evento.
Veja página no face sobre o ENEP organizada pelo CACE e encontre um lugar para ficar.
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